Santo Antônio
DesaparecidoProcedência
Capela de Nossa Senhora do RosárioEstado de origem
MGMunicípio/distrito de origem
Pedro Leopoldo/FidalgoAssunto ou tema
-Categoria
SacroTipo de objeto
-Materiais e técnicas
Madeira esculpida e policromadaData ou período
Época
XVIIIAno
-Data
-Período
-Descrição Época/Ano
-Dimensões
Altura (cm)
-Largura (cm)
-Profundidade (cm)
-Diâmetro (cm)
-Peso (g)
-Descrição
Figura masculina em pé, com cabeça e olhos direcionados para frente; cabelos tonsurados; carnação do rosto em tom de rosa. Traja vestes em tom esverdeado, com detalhes em dourado nas barras e no colarinho; corda dourada amarrada à cintura, apresentando três nós, as vestes deixam os pés descobertos. Seu braço direito está semi-flexionado para frente; já seu braço esquerdo, tambémsemi-flexionado, encontra-se apoiado na sua cintura. Utiliza sandálias que deixam os dedos dos pés aparente. Base retangular em tons de amarelo/dourado.Informações complementares
Tombamento pelo decreto estadual n.° 17.729, de 27 de janeiro de 1976, a Capela de Nossa Senhora do Rosário está inscrita no Livro n° II — de Belas Artes e no Livro de Tombo n° III — Histórico, das Obras de Arte Históricas e dos Documentos Paleográficos ou Bibliográficos. A capela mantém características da segunda fase do barroco mineiro do século XVIII, no estilo D. João, e é ponto de referência religiosa e histórica para a população local e os devotos que todos os anos realizam uma grande festa em homenagem a Nossa Senhora do Rosário.
O desaparecimento de uma imagem de Santo Antônio, em 1981, afetou bastante a vida da comunidade, que viu suas celebrações e os ritos de devoção da serem comprometidos pela falta do bem cultural. A devoção a Santo Antônio é uma das mais conhecidas e praticadas no Brasil e no mundo. Nascido em Portugal, no ano de 1195, seu nome de batismo era Fernando de Bulhões e Taveira, a família de Santo Antônio pertencia à mais alta nobreza e, desde cedo, mostrou sua inclinação pela vida religiosa. Em 1220, foi ordenado sacerdote em um convento dos Cônegos Regulares de Santo Agostinho, em Coimbra, e tornou-se missionário na África. Mais tarde, quando entrou para a Ordem Franciscana mudou seu nome para Antônio. Conhecido popularmente como “santo casamenteiro”, Santo Antônio também é protetor das coisas perdidas, dos casamentos, dos pobres e oprimidos, na tradição cristã é celebrado no dia 13 de junho, o dia da sua morte.
Inscrições e marcas
-Autor
-Proteção legal
Tombamento estadualAto normativo
templo: Decreto n.º 17.729, de 27 de janeiro de 1976.Documentos públicos (ex. fichas de inventário, dossiê, documentos originais etc.)
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Instituição responsável
MPMG - Coordenadoria de Patrimônio Cultural Situação atual
Situação
DesaparecidoData do extravio
01/12/1981Ocorrência
FurtoInformações adicionais
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